Junho: fomos à Alemanha!

Entre os dias 17 e 28 de junho, tivemos a oportunidade de ir a instituições de pesquisa na Alemanha para coletar dados para os projetos “Pterossauros no século XXI: análise de estruturas intracranianas de Pterodactylus por tomografia computadorizada” e “Diversidade e evolução morfológica em pterossauros”, ambos apoiados pela FAPES.

A professora Taissa teve a oportunidade de visitar, novamente, a coleção de pterossauros do Jura Museum, na cidade de Eichstätt, sob a curadoria da Martina Kölbl-Ebert.

Em Munique, encontramos nossos colaboradores e amigos Oliver Rauhut, Adriana López-Arbarello, Richard Butler e Martín Ezcurra, além de conhecer os novos membros do grupo de pesquisas em Vertebrados Mesozoicos da Bayerishe Staatssammlung für Paläontologie und Geologie . O Dr. Oliver Rauhut, além de emprestar importantes holótipos para transporte e tomografia em outras cidades, gentilmente nos mostrou a mais recente aquisição da coleção de pterossauros, um belíssimo exemplar de Ctenochasma da Formação Mörsheim. Claro, o belo dia de verão foi encerrado com um churrasco teuto-argentino, para comemorar o reencontro.

ImagemSala do Oliver na Bayerische Staatssammlung für Paläontologie und Geologie

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Churrasco de comemoração do projeto na casa dos Rauhut

Em Berlim, tivemos o prazer de trabalhar com nossos colaboradores Gabriela Sobral (por sinal, ela é a idealizadora do projeto de tomografia) e seu orientador, Dr. Johannes Müller. Graças aos esforços deste pesquisador, o Museum für Naturkunde possui um moderno micro-tomógrafo de raios-x Nanotom. Nele, foram tomografados exemplares de tamanhos menores, como vértebras. Também fomos convidados a dar uma palestra sobre pterossauros e sobre nosso projeto em conjunto.

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Gabi Sobral apresenta o Nanotom

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Analisando os resultados da primeira tomografia

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Apresentando a palestra “Pterosaur diversity and the use of modern techniques in their study”

Em Bonn, comparecemos ao Steinmann Institut für Geologie, Mineralogie und Paläontologie, onde tomografamos dois exemplares de Pterodactylus em um outro tomógrafo de raios-x, V|tome|X, o qual comporta espécimes maiores do que o tomógrafo de Berlim.

Além de consistirem em importantes parcerias com instituições alemãs, os resultados destas tomografias serão alvo do trabalho de conclusão de curso de dois alunos de graduação do CCA-UFES, Evellyn e Richard, além de contribuir importantes dados à tese de doutorado da Gabriela (bolsista CAPES/DAAD), sobre a evolução da audição em répteis.

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